Não sou capaz de amar mulher alguma, / Nem há mulher talvez capaz de amar-meMas isto é assunto para um outro post.
23 de fev. de 2012
A Origem Oculta do Romantismo
29 de mar. de 2010
Estou lendo...
Desde que me entendo por gente busco entender a alma feminina. Os motivos são variados, profundos, alguns insondáveis até. Em uma busca assim, é preciso que você constantemente se coloque no lugar do outro, e isto leva a uma certa perda de identidade. E um homem, antes de tudo, tem a noção exata de sua identidade, de seu Cogito Ergo Sum.
Cheguei enfim à conclusão que a alma feminina é um doce mistério que precisa continuar assim. Contento-me em ser, no máximo, um oráculo, que em sonhos conversa com sua deusa, fluidamente, eterealmente, inconscientemente.
Como não podia deixar de ser, a autora é uma mulher, a jornalista Maria Alice Guedes. Mas eu juro que o próximo livro que lerei sobre o Homem será "As Coelhinhas de Playboy", por Hugh Hefner. Essa sim será uma verdadeira jornada de descobrimento!
25 de mar. de 2010
Audaciosamente indo onde nenhum Protestante jamais esteve
Esta foi a primeira vez que entrei num recinto Católico por vontade própria e desejando permanecer lá por algum tempo. Ao entrar, meu coração sentiu-se instantaneamente em paz. Olhei à minha volta e contemplei os ícones dos santos de outrora, campeões da Cristandade. Um sentimento de admiração, maravilha e respeito tomou conta de mim e pensei comigo mesmo "uau, isso é mais do que um simples símbolo!".
Enquanto isso no altar o padre dizia a Missa, sua voz Gregoriana ecoando pela nave da igreja proclamando o poder salvífico do sangue de Cristo, e o povo respondendo em uníssono. Então o coral Gregoriano cantou e senti a presença de Deus inundando meu coração.
Quando a prédica terminou, cada pessoa se virou para alguém a seu lado desejando "Bom Dia", e uma senhora apertou minha mão firmemente. Este foi um dos raros e sinceros apertos de mão que jamais recebi.
Peguei o metrô de volta para casa, audaciosamente sentindo-me mais Protestante do que nunca!
26 de nov. de 2009
John Calvin sobre o coração humano
Assim é o coração humano, cheio de vaidade, com os mais diversos esconderijos de mentiras!
Acha-se envolto em tanta hipocrisia que engana a si mesmo.
--- John Calvin, reformador protestante do século XVI
12 de nov. de 2009
Protesto contra a Uniban
Imprimatur et orbi!
Manifesto aqui o meu total repúdio e indignação contra esta universidade de araque, que durante o episódio Geisy Arruda adotou a amoralidade da turba criminosa, negou a sagrada inviolabilidade do corpo da vítima (o habeas corpus), e jogou na lata de lixo os mais elementares princípios de nossa civilização.
"Traze-os fora a nós, para que os conheçamos", gritou a turba criminosa sodomita em tempos idos.
"Libera a loira gostosa", gritou a turba criminosa unibana, com a sanção regimental do Conselho Universitário desta desinstituição.
É revelador dos tempos e dos costumes que o mais iluestre acadêmico a emergir da lixeira unibana seja um deputado petista, que ofereceu a solução pronta para o "entortador" da instituição: "eu não sabia de nada".
Que porca miséria!
Sodoma, por ter sucumbido à multidão que se junta para praticar o mal, atraiu a maldição divina. Vocês, unibanos, escabelo da civilização, o que vão atrair?
10 de nov. de 2009
Geisy, Uniban, e o Zeitgeist
A história de Geisy e a Uniban é, mutatis mutandis, a história de Ló e Sodoma contada em Gênesis 19. Sodoma foi destruída pelo juízo divino, vejam bem, quando TODOS os habitantes da cidade (desde o velho até o mais moço) tentaram estuprar os dois anjos de Deus que estavam hospedados na casa de Ló.
Sexo dos anjos à parte, o mesmo zeitgeist que na Antigüidade animou a turba de Sodoma é o mesmo que na Era das Luzes animou a turba da Uniban:
"Traze-os fora a nós, para que os conheçamos", gritou a turba sodomita.
"Libera a loira gostosa", gritou a linchadora e estupradora turba unibana.
7 de nov. de 2009
É hora de levantar âncoras!
Venham, amigos, não é tarde para buscar um novo mundo.
Desatracai e, postos em ordem, batamos sonoros encaixes; pois é meu intento navegar além de onde o sol se põe, e se banham os astros ocidentais, até a morte.
Talvez aqueles vorazes golfos nos devorem,
Talvez venhamos a alcançar as Ilhas da Fortuna e vejamos o grande Aquiles, nosso conhecido.
Ainda que muito esteja perdido, muito nos resta; e ainda que perdida a força dos velhos dias que movia céus e terras; somos o que somos; uma coragem única nos corações heróicos, débeis pelo tempo e pelo destino, mas persistentes em lutar, achar, buscar, jamais render-se!
-- Tennyson, in Ulisses